segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Alice no país das aparências.
sábado, 26 de dezembro de 2015
Aracoiaba: O agir de uma juventude em ascensão.
Passamos por uma grande crise ignorada, uma devastadora crise social. Neste mundo cheio de maldades onde as aspirações benignas são banais e utópicas por vivermos uma realidade na qual não fazemos nada para mudar. As guerras, as corrupções diversas, as desigualdades sociais, os preconceitos que geram as violências e tantos outros problemas que seriam resolvidos com a razão humana através do diálogo pautado no respeito ao próximo. Por isso que nossa crença reformulou-se e damos a nossa contribuição para fazermos parte das atitudes que acreditamos que trará a mudança em escala local e futuramente em escalas maiores. O grupo da juventude de Aracoiaba depois do congresso iniciou suas ações, demonstrando a quebra da normose e das palavras sem ação (hipocrisia), colocaram a praxe como ideia principal. Dessa forma, o grupo contribuiu para o Natal de Luz do município com músicas e encenações após a apresentação do concerto da Orquestra Municipal de Aracoiaba em uma noite brilhante. Em seguida o grupo organizou-se e realizou a sua segunda ação, a mais bela ação, por pensar no lado humano que é o principal para solucionar vários problemas sociais, por pensar na solidariedade, por pensar acima de tudo no amor ao próximo. O ato de levar o natal para pessoas que passam por dificuldades, visitando os pacientes do Hospital do município e proporcionando a eles a compaixão, os sorrisos e as emoções, com mensagem de força e músicas natalinas que pudessem mostrá-los que o amor e a esperança ainda existem no nosso meio, que o lado humano não se perdeu sob as maldades e facilidades que a globalização acarreta, que é possível o elevar de nossa condição humana, é viável a paz. Tendo em vista isso que passamos a acreditar que a juventude de Aracoiaba não somente pensa, ela está agindo com seu lado humano e está buscando agregar suas ações e atitudes em prol de uma nova finalidade, o desenvolvimento social e humano. Portanto, não vemos o interesse individual sobressaindo o coletivo, analisamos que o bem comum está como fundamento e raiz de toda a ação da juventude de Aracoiaba. Almejamos o crescimento do grupo e que as ações continuem pautadas nos valores e princípios que os próprios jovens construíram. Parabenizamos a coordenadoria da juventude do município e nos dispomos no que for preciso para ajudar, pois estamos por quem não só defende no bem comum, mas também em quem o busca através da prática.
sábado, 7 de novembro de 2015
Humanos: Tão animais quanto qualquer outro.
Ah! Os humanos, únicos seres vivos dotados de racionalidade, criados à imagem e semelhança de Deus, ou a espécie sortuda que via seleção natural conseguiu evoluir de tamanha forma a ponto de dominar sobre o planeta terra, desenvolvendo tecnologias, possuindo uma gramática única. Quão especiais são os seres humanos, mas o que vem acontecendo com eles nesses séculos? eram tão sociáveis.
Mas ninguém o deu atenção. Dispus-me a comunicá-lo. Logo começou a contar o que parecia saltitar de sua boca, muito inquieto. Disse que acabara de vencer uma batalha em sua vida, que todos os anos retornava ao hospital para mapear o estado de seu câncer, porém essa seria a ultima vez que se submetia a esse transtorno, seu médico disse que estava curado.
Busquemos o progresso conjunto e não o retrocesso individual. Os convido a uma profunda reflexão sobre nossas atitudes.
domingo, 1 de novembro de 2015
O indivíduo e a banalização sexual.
É inegável na atual conjuntura social, a existência plena de indivíduos que atuam e exercem papéis ativos na banalização sexual, haja vista que em diversas situações presenciamos a visão dos homens sobre as mulheres (reciprocamente também) como objetos sexuais, ou seja, apenas como um amontoado de "carne humana" descartável e abjeta. Os termos mais presentes para se referir às mulheres em conversas "masculinas" é recusável citar, pois destruiria a imagem e dignidade da mulher.
É mais que senso comum, sabemos da atuação da ocitocina, conhecido como "hormônio do prazer", presente tanto no homem quanto na mulher, hormônio esse produzido no hipotálamo, onde é liberado na corrente sanguínea. Ele atua fisicamente no organismo, aumentando a potência sexual, elevando a sensibilidade peniana ao contato e principalmente o libido. Está presente em todas as relações, são hormônios que atuam na mudança do comportamento humano, porém nada justifica tratar o prazer como algo pejorativo, pois a racionalidade traz ao escopo social o aprimoramento e relevância das relações sociais, agregando a si o decoro, à liberdade supraformal, à dignidade etc. Portanto nenhuma ação fisiológica justificaria o ato banalizador da figura feminina, que na maioria tem o controle de suas ações. Muitas agem mais por sentimentos do que por prazer, isso nessa perspectiva.
Segundo a mestre em direito Rita de Cássia Vieira, "A banalização das relações sexuais, como mera fonte de prazer sexual, gera o pensamento pró-aborto"(jornal O Globo, de 26/10/2007). Além disso as consequências dessa banalização são mais amplas do que o expressado pela autora, acarreta também a desvalorização da imagem feminina, a decadência da moral, a visão antiética e a destituição dos valores que ainda sustentam as relações sociais, haja vista que se não há o equilíbrio entre a emoção e o prazer agiremos todos como animais, regrediremos ao estágio de natureza.
Por conseguinte, observá-se a predominância do sexo pejorativo e com finalidade meramente descartável nos homens, são poucas as mulheres que sucumbem aos prazeres físicos e banais. Tendo em vista isso, analisá-se a carência dos valores mais em homens do que em mulheres. Mas além dos valores, há escassez da base do que é ser humano, a racionalidade, o ato de pensar e de agir em torno do bom senso. Nessa temática o homem se torna mais um animal movido a instintos, assim como ver um "canil em busca de uma cachorra no cio". No entanto, pequena parte das mulheres permitem essa destruição da sua imagem, ao se entregarem aos prazeres carnais esquecem que possuem um cérebro e que podem mudar essa visão sobre elas. A mídia, as músicas atuais de diversos gêneros atribuem essa imagem da mulher ser apenas "uma noite", um brinquedo para o prazer e nádegas móveis, estereótipos pregado numa sociedade hipócrita. Esta hipocrisia baseia-se na concepção de que o nosso Estado Democrático de Direito admite o princípio da dignidade da pessoa humana como valor fundante do sistema brasileiro (CF, art. 1°, III), não é contradição permitir esse ferimento à dignidade dos homens?
Mesmo em um contexto histórico machista, não obstante uma reforma nos atos educacionais a fim de proporcionar e ensinar ética em geral e os valores que nos regem em sociedade, pois tudo isso só seria plausível se fôssemos uma anarquia e selva.
Em suma, é imprescindível a discursão sobre a temática e as ações cabíveis para a próxima geração, pois no nosso país, isso já é cultura e só um longo processo educacional reformularia essa visão banalizada do sexo.























