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terça-feira, 14 de abril de 2020

Aracoiaba: Voltamos! Lembram-se de nós? Visite-nos!?


Olá, caros leitores aracoiabenses! Tudo bem com vocês? Há quanto tempo não escrevíamos para vocês! 😁



Devido as indisponibilidades pessoais de nossos editores, passamos muito tempo sem publicar, porém por uma justa causa, isto é, por pura educação. Nosso ativismo e nossas reflexões não acabaram, apenas demos uma pausa e revemos alguns conceitos e nos aprimoramos muito mais, seja nossa equipe, seja individualmente.

Em razão desse tempo que tivemos parados, nossos editores se formaram, estudaram e estão construindo, cada vez mais, a coragem de desempenhar novas atitudes sociais voltadas para Aracoiaba, mas não tão somente a esta.

Assim, nossos editores são historiadores, advogados, professores, músicos e outros cientistas. Aracoiaba só ganha com isso e você também, caro cidadão! Então, aguarde-nos, que traremos conteúdos de seu interesse, sejam políticos, sociais, educativos, reflexivos, etc.

Muito obrigado por sempre nos acompanhar.

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Atenciosamente.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Afinal, quem "rasgou" a Constituição?

Créditos da imagem nela
Como é de costume, inicio “minhas” reflexões com um intróito, desta vez com esclarecimentos sobre a distância entre o aqui exposto e o senso comum, este é importante em outros aspectos, mas nunca em âmbito cientifico, pois podemos extrair a partir dele respostas erradas (falsa percepção da realidade) gerando diversos preconceitos e “teorias” desmotivadas. Portanto, não trarei uma teoria, dissertarei um teorema, ou seja, demonstrarei que a indagação do título está totalmente equivocada e carregada de emoções particulares, que nada tem a ver com a realidade (que realmente está implícito) do bem comum. Por conseguinte, deixo claro que não defenderei ideologias partidárias, que são hipócritas e se contradizem na maioria, estarei totalmente isento de qualquer ideologia desse escopo, a única que seguirei é a ideologia da humanidade, da condição humana e da pura dignidade da pessoa, evidentemente posicionar-me-ei em uma linha defensiva dela ao escorar-me na intelectualidade kantiana.

  • O porquê

            Há dias, durante e após um episódio brasileiro, uma conjuntura politiqueira, observo nas redes sociais e também no meio social físico, esta frase ou outras semanticamente semelhantes: “Rasgaram a Constituição!”. Antes de adentrar no assunto, e não menos importante, afirmo que não há conceito sem definição, isso fica por conta de corpos sem mentes, o porquê das coisas devem ser claros e motivados, senão seremos apenas animais igualmente aos outros, e não tão irracionais quantos eles, talvez como já dito aqui noutra reflexão (Humanos: tão animais quanto qualquer outro), eles sejam mais racionais que nossa espécie. Sendo assim, devemos entender o que é Constituição, pelo menos o necessário, e por que devemos ser fiel a ela, mesmo possuindo nossas diferenças.

  • O saber cego

            Ao declararem esta afirmação, muitos que a fazem ao menos sabem o significado desse Documento, muito menos o absurdo que dissipam, mesmo que justificado por metáfora, por anseios pessoais, ou por ideologias próprias, ou melhor, uma alienação própria. Uma analogia ao caso é a comparação incoerente entre o Brasil e os Estados Unidos feita por alguns “cidadãos” brasileiros, dois países com sistemas constitucionais diferentes, onde o primeiro é um Estado Democrático de Direito (Art. 1°, caput) e o outro um Estado de Direito, não somente essa diferença, mas a fidelidade à Lei Maior inerente à população estadunidense, a educação da maioria deles, tudo isso, comparado a cultura brasileira há um abismo imensurável. Embora seja plausível visualizar a presença desse desprazer intelectual devido à falta de senso crítico, ainda assim não prescindo de interação racional, pois se faz necessário. Não entrarei em detalhes minuciosos sobre as contradições presentes nestas visões, infelizmente é algo que está em todos os campos de saberes. Além disso, reitero a importância do saber racional, da capacidade de refletir profundamente sobre todas as coisas, faz jus ao título de seres pensantes. Logo, ponderar sobre suas afirmações, teorias, teoremas e “postulados” é tão necessário quanto viver, aliás, viver intensamente é isso, senão a existência estará maculada.

  • A Constituição

            O que é Constituição? Para que serve? Por que devemos respeitar as ideias presentes no texto? O que ela representa? A Constituição é um dos documentos mais importantes do Estado, existindo de qualquer maneira, escrita ou não-escrita, de qualquer sistema ela sempre será o documento mais importante da nação, nela está escrito todo o projeto de futuro de um Estado, bem como a assunção e resguardarmento dos direitos e garantias individuais, algo que historicamente a sociedade lutou pungentemente por isso, o que podemos vagamente recordar como os movimentos constitucionalistas, e também tende a limitar o poder arbitrário, isso dentre outros garantias não menos importante que há no documento. Devemos respeitar as ideias do texto constitucional porque, consequentemente, são as ideias que nossa sociedade estabeleceu para o progresso e integração do bem comum, presume-se então que depois de tantas crises, guerras e conflitos mundiais históricos dos mais terríveis contra a raça humana, os povos de todas as nações buscam a humanidade como forma de crescimento e efetivação da paz mundial. A Constituição, parafraseando Ferdinand Lassale, seria uma mera folha de papel se não representasse o efetivo poder social, mas que poder seria esse diante de tantas diversidades? Acredito veementemente que seria a vontade geral que J. J. Rousseau citou em sua obra O Contrato Social, algo que está protegendo nossa condição humana, ou melhor, numa linha de raciocínio kantiano, algo transcendente, pelo respeito à dignidade da pessoa humana. Portanto, a busca do bem comum, da paz mundial e da ordem é o mínimo que nossa Constituição protege, ela resguarda a humanidade em geral e a democracia dos éticos.

  • Afinal, quem rasgou a Constituição?

            O verbo rasgar tem diversos significados, dentre os mais comuns são a divisão (Houaiss da Lingua Portuguesa, 2006), golpear (Houaiss da Lingua Portuguesa, 2006), sulcar, cavar, desobstruir, torturar, separar e etc. Porém, o sentido usado para o verbo na frase significa certamente o descumprir, ou melhor, “golpear”. Portanto, o equívoco já se inicia aqui, haja vista que o Estado não se desfez, a Constituição permanece intacta, a verdadeira causa não foi o descumprimento dela, foi uma invertida politiqueira, algo que não é de se admirar em uma sociedade corrupta, sim, a sociedade é corrupta, o que reflete em governos corruptos e com aspirações individuais, isso é evidente, um pobre ou honesto não alcançará o poder até que se corrompa e compre votos ou forme aliança com um grupo que já tem práticas deturpadas e etc.
            Como afirmei no início, demonstrarei esse teorema. A princípio trato do artigo 1° da Constituição Federal de 1988, incisos II e III, sobre a cidadania e a dignidade da pessoa humana, que é tão desrespeitada no nosso país pelos próprios “cidadãos”. O que é ser cidadão? Sucintamente, ser cidadão é ter direitos e possuir suas obrigações, mas qual seriam essas obrigações dentro do nosso Estado? Isso é bem amplo, mas sendo específico, uma das nossas obrigações fundamentais que poucos discorrem é possuir a ética e respeito à dignidade da pessoa humana dentro da convivência social, justamente para alcançarmos os objetivos do Estado expressos no art. 3°, inciso I, que é construir uma sociedade livre, justa e solidária, assim como o inciso II do mesmo artigo, erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais, além do inciso IV, que projeta a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação (Esses me lembram os políticos neofacistas e que pregam o discurso de ódio e intolerância) . Pra quê mais projeto mais humano que esse? Não fique atônito, isso têm na Constituição. Isso não é rotulação, isso se chama aspiração de PAZ. Será mesmo que somente o governo deve cumprir com esses projetos? Respondam.
Retornando aos “rasgamentos”, trago à tona um assunto polêmico, a banalização dos direitos humanos, uma metonímia perigosa que destrói um dos direitos mais importantes por razão de um órgão governamental, mas será que o “cidadão” brasileiro cumpre sua parte? Nossa nação tem um princípio que é a prevalência dos direitos humanos em suas relações, aliás, somos humanos (Art.4°, II)... Há! E defendemos a paz (Art. 4°, VI), isso se presume pelo nosso espírito humano (dignidade geral). Pondero, demasiadamente sobre as indignações dos povos brasileiros sobre seus governos, por que tanta reclamação se não fazem nada para cumprirem as próprias leis?
            Procedendo, sobre os direitos e garantias individuais, algo que só vale para o indivíduo quando ele precisa, senão é absurdo para ele. Analisando o artigo 5° da CRFB/88, observo mais alguns “micro-golpes”, por exemplo, o inciso III, que garante que ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante (Esse é o mais golpeado pelos neofacistas), o inciso XLVII, alínea “a”),” b)” e “e)”, que respectivamente garante que não haverá penas, de morte (Aqui jaz uma grande reflexão), de caráter perpetuo (Por quê?) e cruéis (Seriam as nossas perspectivas implícitas humanas?). Tendo em vista isso, vemos as garantias fundamentais mais relevantes para a condição humana e existencial presente no documento que rege nosso Estado, isso é o mínimo, é só lê-lo e concluirá que realmente não podemos cobrar dos governos algo que a própria população não cumpre. Isso sim é uma crise ideológica saturada de intolerância, carência de decoro e falta de reflexão.
            Em suma, propositalmente não aprofundei no texto constitucional, neste diálogo tive a pretensão de clarear a ignorância e hipocrisia por parte de quem dissipa esse absurdo, que convence qualquer alienado que não pesquisa ou acomodado que só enxerga o superficial, isso tudo só agrava a desinformação e a escassez educacional e intelectual, assim a preguiça de usar o raciocínio e o seu lado humano só tende a ser o novo mal do mundo depois da ausência de prática ou hipocrisia. Não tenho a intenção de pregar isso em vossos cérebros, não sou dogmático, meu único objetivo é que o senso crítico e o pensar virem uma raiz de conhecimento. A dúvida é o primeiro estágio para o saber, este é infinito. Diante de todo esse teorema, indago: Afinal, quem rasgou a Constituição?

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Alice no país das aparências.


              Há muito tempo atrás Platão escreveu em sua obra A república o “Mito da caverna”, este que tão bem define todas as formas de relação de nosso ego com o mundo exterior, dessa forma não poderíamos discorrer sobre a evidente situação do mundo fundado nas aparências sem utilizar do mito como fonte imediata de nossa reflexão. “Mas o que seria a caverna? O mundo de aparência que vivemos. Que são as sombras projetadas no fundo? As coisas que percebemos. Que são os grilhões e as correntes? Nossos preconceitos e opiniões, nossa crença de que estamos percebendo é a realidade. Quem é o prisioneiro que se liberta e sai da caverna? O filósofo. O que é a luz do Sol? A luz da verdade. O que é o mundo iluminado pelo sol da verdade? A realidade. Qual instrumento que liberta o prisioneiro rebelde e com o qual ele deseja libertar os outros prisioneiros? A filosofia.” (Marilena Chaui – 2012)
"O nosso meio está repleto de farsas, a “verdade” que a séculos nos foi passada nunca nos traduziu a realidade. Tomamos posse de uma cultura embasada em argumentos arquitetados tendo com o único objetivo massagear nosso ego, de modo que costumes foram solidificados como função geratriz de seres impensantes. Um exemplo prático do citado acima está na ambição humana em busca de títulos. Mais valor se dar aquele que segue convenções sociais, que se enquadra em padrões solidificados por meia dúzia de pessoas elaborados segundo seu individual.
            Há algum tempo, o perfil de mulher ideal e desejável para algumas sociedades era de um corpo dotado de mais porte, o que dava ideia de uma maior fertilidade. Note o quanto as coisas mudaram, observe a construção de paradigmas elaborados por conjuntos que não respeitam de nenhuma forma a liberdade individual. Falácias são nos repassadas todos os dias, a nossa mídia é riquíssima em conteúdos enviesados, tudo é posto de forma unidimensional.            Felicidade? É possível definição sem o ingrediente dinheiro? Sem estar conforme a maioria, nem se enquadrar a algum perfil desejável? A verdade absoluta é definida arbitrariamente e todos os outros argumentos são taxados como fajutos, pois o que é um argumento se não possuir aclamação de uma ampla maioria?!
            Título, status, mais do mesmo... O superficial é tão importante quanto o essencial e não é preciso se preocupar com aspectos qualitativos de alguém, afinal de que importa o caráter se a valorização se dá unicamente pelo ter. Estamos imersos em um mar de ignorâncias que nos faz agonizar todos os dias para dentro do total breu." (Thiago Henrique)
               "Observamos o quanto o ser humano busca o que é mais aparentemente agradável, e essa é a origem dos preconceitos, da visão de algo pelo que se “ver” dentro de sua própria caverna e o que realmente “é” na realidade. Por exemplo, quando alguém vai comprar um celular, geralmente busca um celular com diversas funcionalidades e com novos aperfeiçoamentos tecnológicos, traduzindo a aparência que a sociedade e a mídia refletem, enquanto suas funções se distanciam da finalidade objetiva que o aparelho deveria ter. Nessa concepção, a caverna não parte somente do ego, mas sim de mais pessoas presas no mundo interior e das ideias infungíveis com a realidade, acarretando problemas diversos para o meio social, tais como crises ambientais e nas relações pessoais. Tudo que vemos é uma impressão imediata do que enxergamos, não o “ser” do algo, o que poderá causar uma indeterminada crise quando outro extrair distinta interpretação e nos expor esta. Por conseguinte, imaginemos se ainda pensássemos que o Sol gira em torno da terra? Se todas as doenças psicológicas fossem motivadas com possessão demoníacas ou pragas jogadas pelos deuses? Se o tempo não pudesse ser medido?  Que o mundo é quadrado? São todas essas indagações que foram resolvidas em momentos de crises que se desenvolvia entre o parecer e o ser. Portanto, não podemos julgar algo apenas pelo que parece, pois sempre há uma expansão daquilo que ele realmente é, pois a única coisa que sabemos de tudo é que de tudo pouco sabemos. Contudo, sabemos que não é tão simples, haja vista que já estamos nessa conjuntura na qual o aparente é o que importa, a fama é sinônimo de posto da verdade e o filósofo e amante eterno da sabedoria é o louco para os habitantes da caverna conjunta que hoje a sociedade se tornou, não é só a visão pejorativa, pois acreditamos que ainda há vulgo os loucos persistindo em não se corromperem com o que os impõem, são esses que a História nos revela como condenados a viverem questionando e serem destruídos pela sociedade e futuramente serem lembrados como alguém importante, pois é mais fácil prestigiar e relevar em morte do que em vida. Afinal o que houve com Sócrates e Jesus?" (Yago Nascimento)

sábado, 26 de dezembro de 2015

Aracoiaba: O agir de uma juventude em ascensão.

Da esquerda para a direita: Glaubson Oliveira, Crislanny Leandro, Cinara Alves, Francisco Pinheiro, Stênio de Lima, Jhonatan Carvalho e Yago Nascimento.

Desde o I Congresso da Juventude de Aracoiaba que nos indagamos sobre a relevância dessa iniciativa para o município, não negamos que por alguns momentos desacreditamos fundado em  várias questões, mas o que nos fez reverter a descrença foi o olhar não pejorativo sobre as ações do homem, buscamos mais uma vez o lado bom das atitudes humanas, pois não queremos morrer estando vivo e passar nossa história como mais um que vive por razões individuais e egoístas, pois isso destrói a nossa futura geração e consequentemente o nosso habitat.
Passamos por uma grande crise ignorada, uma devastadora crise social. Neste mundo cheio de maldades onde as aspirações benignas são banais e utópicas por vivermos uma realidade na qual não fazemos nada para mudar. As guerras, as corrupções diversas, as desigualdades sociais, os preconceitos que geram as violências e tantos outros problemas que seriam resolvidos com a razão humana através do diálogo pautado no respeito ao próximo. Por isso que nossa crença reformulou-se e damos a nossa contribuição para fazermos parte das atitudes que acreditamos que trará a mudança em escala local e futuramente em escalas maiores. O grupo da juventude de Aracoiaba depois do congresso iniciou suas ações, demonstrando a quebra da normose e das palavras sem ação (hipocrisia), colocaram a praxe como ideia principal. Dessa forma, o grupo contribuiu para o Natal de Luz do município com músicas e encenações após a apresentação do concerto da Orquestra Municipal de Aracoiaba em uma noite brilhante. Em seguida o grupo organizou-se e realizou a sua segunda ação, a mais bela ação, por pensar no lado humano que é o principal para solucionar vários problemas sociais, por pensar na solidariedade, por pensar acima de tudo no amor ao próximo. O ato de levar o natal para pessoas que passam por dificuldades, visitando os pacientes do Hospital do município e proporcionando a eles a compaixão, os sorrisos e as emoções, com mensagem de força e músicas natalinas que pudessem mostrá-los que o amor e a esperança ainda existem no nosso meio, que o lado humano não se perdeu sob as maldades e facilidades que a globalização acarreta, que é possível o elevar de nossa condição humana, é viável a paz. Tendo em vista isso que passamos a acreditar que a juventude de Aracoiaba não somente pensa, ela está agindo com seu lado humano e está buscando agregar suas ações e atitudes em prol de uma nova finalidade, o desenvolvimento social e humano. Portanto, não vemos o interesse individual sobressaindo o coletivo, analisamos que o bem comum está como fundamento e raiz de toda a ação da juventude de Aracoiaba. Almejamos o crescimento do grupo e que as ações continuem pautadas nos valores e princípios que os próprios jovens construíram. Parabenizamos a coordenadoria da juventude do município e nos dispomos no que for preciso para ajudar, pois estamos por quem não só defende no bem comum, mas também em quem o busca através da prática.









Juventude que participou do I Congresso da Juventude de Aracoiaba

Apresentação da Orquestra Jovem no I Congresso da Juventude, sob à regência do Maestro Themístocles Stanton

Primeira reunião de elaboração do plano de ação da juventude.

Jovens que participaram da reunião.

Jovens que participaram da reunião.


Apresentação da Orquestra Municipal de Aracoiaba no evento Natal de Luz do município.

Orquestra interagindo com o público.

Apresentação do coral da juventude no Natal de Luz.




Apresentação do coral da juventude.

Apresentação da encenação sobre o nascimento de Jesus.






Preparação para a visita aos pacientes do Hospital do município.

Música para os pacientes.


Juventude e os enfermeiros do hospital.





Da esquerda para a direita: Glaubson Oliveira, Crislanny Leandro, Cinara Alves, Francisco Pinheiro, Stênio de Lima, Jhonatan Carvalho e Yago Nascimento.



quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Reflexão sobre a Atitude Filosófica ou Atitude Racional

Muitas vezes nos deparamos com conjunturas que nos põe dentro de uma crise racional, ou mesmo sobre algumas temáticas que não sabemos o que responder, ou se respondermos em um flash podemos cometer equívocos que nos colocarão em posições de reflexos irreversíveis. Situações assim requerem uma atitude simples típica do ser humano, o pensar. Na perspectiva do mundo tecnológico atual podemos notar que muitos expressam seus pensamentos via redes sociais, algumas vezes discursos de ódio, carecendo sempre do racional, levados sempre por uma dose de emoção desprovida da razão. Diante disso e muito mais, damos a mínima a algo tão importante que nos distingue de outros seres vivos, o ato racional de pensar, de repensar, avaliar, analogar e etc. Todos esses atos são puros da atitude filosófica, perguntar o porquê, o quê e como é o básico, mas antes de tudo, nunca afirmar sem aferir, pois decisões em se expor e contaminar aos que nos escutam pode trazer percas irreversíveis para a humanidade. A atitude racional é aquela em que nunca afirmamos antes de um longo processo metodológico ou puro do pensar. A carência dessa atitude acarreta ao caos que vivemos em pequeno porte, mas ainda trará malefícios irremediáveis para nossa espécie. Sócrates e Platão como seu discípulo, eram promissores do conhecer a si mesmo e depois encontrar a luz da caverna, buscando sempre sair dessa caverna e  doer os olhos com tanta luz. Sócrates afirmava que ninguém sabe muito, ninguém sabe tudo, mas todos nós somos ascendiveis ao saber, e morreu sendo julgado por isso de certa forma, claro! Ninguém quer sair da sua zona de conforto. Platão, com seu mito das cavernas demonstrava o que muitos de nós ainda vivemos e o que tanto nos escondemos, na caverna. No filme Matrix, expressa ainda mais ampla a definição de conhecer a si mesmo que os dois filósofos tanto falavam. Em suma, neste mundo em que as redes sociais não facilitam e sim alienam está quase inviável conhecer a si mesmo, e muito menos possuir a atitude filosófica, esta que se resume ao questionamento de qualquer objeto, indubitavelmente é mais prazeroso conversar com um amigo em uma rede social do que parar um pouco para pensar, mas sair da zona de conforto e ofuscar um pouco os olhos com a luz do sol fora da caverna trará consequências mais benéficas para si mesmo e para a preservação da sociedade.